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Projeto de Lei pode isentar IPTU para proprietários sem posse
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Projeto de Lei pode isentar IPTU para proprietários sem posse

20/02/2026Redação RLFonte: https://www.camara.leg.br/noticias/861719-projeto-exime-de-iptu-proprietario-sem-dominio-do-imovel/ | http://www.barbieriadvogados.com/tag/doacao-com-reserva-de-usufruto-doacao-de-quotas-holding-usufruto-vitalicio-planejamento-sucessorio-holding-nua-propriedadedoacao-de-quotas/

Projeto de Lei Complementar 27/22 propõe isenção de IPTU para proprietários que não têm domínio sobre o imóvel, como em casos de locação ou usufruto. Entenda o impacto dessa mudança.

Projeto de Lei pode isentar IPTU para proprietários sem posse

O Projeto de Lei Complementar 27/22, em análise na Câmara dos Deputados, propõe uma mudança significativa na legislação tributária imobiliária. A proposta visa eximir proprietários do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em casos onde não há domínio efetivo sobre o imóvel, como em situações de locação ou usufruto.

O que muda com o Projeto de Lei Complementar 27/22?

Atualmente, o proprietário de um imóvel é responsável pelo pagamento do IPTU, independentemente de ter ou não a posse direta do bem. Com a aprovação do PLC 27/22, essa situação pode mudar. O projeto estabelece que o proprietário que não detém o domínio efetivo do imóvel, como em casos de locação ou usufruto, não será mais obrigado a pagar o IPTU.

Essa mudança pode trazer um alívio financeiro significativo para muitos proprietários, especialmente aqueles que possuem imóveis alugados ou cedidos a terceiros. Além disso, a proposta pode incentivar a regularização de situações onde a posse e a propriedade estão desvinculadas, promovendo maior segurança jurídica no mercado imobiliário.

Impacto prático para proprietários e locatários

Para os proprietários, a isenção do IPTU pode representar uma redução considerável nos custos associados à manutenção de um imóvel. Isso pode ser particularmente benéfico para aqueles que possuem múltiplos imóveis alugados, pois a economia gerada pode ser reinvestida em melhorias ou na aquisição de novos bens.

Para os locatários, a mudança pode trazer maior transparência e segurança nas negociações de aluguel. Com a responsabilidade do IPTU claramente definida, os contratos de locação podem se tornar mais justos e equilibrados, evitando disputas futuras sobre quem deve arcar com esse custo.

Dica da Retomada Legal

Na Retomada Legal, entendemos que a aprovação do PLC 27/22 pode trazer uma série de benefícios, mas também desafios. É essencial que proprietários e locatários estejam cientes de suas novas obrigações e direitos. Recomendamos que todos os envolvidos em contratos de locação ou usufruto revisem seus acordos à luz das novas regras, garantindo que estejam em conformidade com a legislação.

Além disso, é importante estar atento a possíveis mudanças nos valores de aluguel, uma vez que a isenção do IPTU pode influenciar diretamente nos custos operacionais dos proprietários. A assessoria jurídica especializada pode ser crucial para navegar por essas mudanças e garantir que seus direitos sejam protegidos.